Top Televisual: Aberturas com feias

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O sucesso das feias da teledramaturgia é inegável. Tanto é, que elas sairam da América Latina e ganharam o mundo, incluindo os Estados Unidos e a Europa. No Brasil, o mais recente exemplo é a novela “Bela, A Feia”, da Rede Record, que mais uma vez repete a fórmula do estereótipo da mulher com aparelhos nos dentes, óculos fundo-de-garrafa e roupas bregas  e que é apaixonada por seu chefe mulherengo.

Confira, então, as aberturas de algumas dessas novelas. Aliás, para combinar com o tema, a classificação do Top Televisual está ordenada segundo o principal atributo da protagonista.

>>> 5º Lugar – Ugly Betty (EUA, 2006)

>>> 4º Lugar – Verliebt In Berlin (Alemanha, 2005)

>>> 3º Lugar – Bela, a Feia (Brasil, 2009)

>>> 2º lugar – Yo Soy Betty La Fea (Colômbia, 1999)

>>> 1º Lugar – La Fea Más Bella  (México, 2006)

>>> Postado por André Luiz Sens

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Comentários

  1. Felipe set 13, 2009 à 6:41 pm #

    Adorei esse post. Eu adoro coisas em série e comparações delas.

    Se eu entendi sua classificação, a vencedora é a pior abertura. Então eu mudaria uma posição. Colocaria a abertura da novela da Record em segundo e a da Colômbia, até onde eu sei a produção original, em terceiro. Mesmo não sendo visualmente mais bonita e elaborada que a abertura brasileira, a abertura da versão colombiana tem mais conceito e trabalha melhor a história pois mostra de forma bem melhor o impacto que a feiúra da pobre Betty dá nas pessoas, desde a infância até a vida a adulta, passando pela adolescência.

    A abertura mexicana, como não poderia deixar de ser e deixar de surpreender, é realmente um lixo, nada a ver com a história central e muito melosa.

    O mais interessante é ver como cada país lê seu público e interpreta a mesma história à sua cultura. Nos EUA a abertura é curta e limpa, sem créditos, colocando lado a lado, na forma de recortes, modelos lindas e Betty, a feia.

    A versão brasileira bebe na fonte das aberturas globias, com grafismos e elementos que contam a história principal sem mostarar todo o elenco e de forma lúdica e bem-humorada.

    Por fim, a versão mexicana, desde o tema musical até as cenas, foca numa história de amor, de sofrimento por ele sem mencionar muito o fato da protagonista ser feia e isso conduzir a história toda. Isso para não falar dos caracteres bregas, grandes e sem sentido.

    Quero mais posts assim, achei muito legal.

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